sábado, 31 de outubro de 2009
A Família na Cozinha - 31/10/2009
Ingredientes
"1 pacote de massa para lasanha pré-cozida
1 e 1/2 kg de camarões (médios) limpos e temperados com limão, sal e pimenta do reino a gosto
2 dentes de alho amassados
2 cebolas (médias) picadinhas
3 colheres (sopa) de manteiga
3 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 amarrado de cheiros ( tomiho, louro, e alecrim)
1 xícara (chá) de cachaça da terra
400 g de catupiry (dissolvido em 500 ml de creme de leite fresco, em fogo baixo, até ficar cremoso)
Outros 500 ml de creme de leite fresco
1 colher (sopa) de pimenta rosa ou dedo de moça
Queijo parmesão ralado a gosto
500 g de mussarela ralada do lado grosso
Modo de Preparo
Doure o alho e a cebola na manteiga e no azeite de oliva
Refogue os camarões, acrescentando-lhes os cheiros
Flambe com cachaça
Adicione o catupiry derretido, o amarrado e o creme de leite e pimenta
Retire do molho o amarrado de cheiros
Com o fogo desligado, junte om parmesão
Montagem:
Primeiro a massa, depois o molho e a mussarela (repetir a sequencia até preencher o refratário)
Leve ao forno pré-aquecido para gratinar, por cerca de 20 minutos
Paulinas Online - Evangelho do dia
Lc 14,1.7-11
Num sábado, Jesus entrou na casa de certo líder fariseu para tomar uma refeição. E as pessoas que estavam ali olhavam para Jesus com muita atenção. Certa vez Jesus estava reparando como os convidados escolhiam os melhores lugares à mesa. Então fez esta comparação:
- Quando alguém convidá-lo para uma festa de casamento, não sente no melhor lugar. Porque pode ser que alguém mais importante tenha sido convidado. Então quem convidou você e o outro poderá dizer a você: 'Dê esse lugar para este aqui.' Aí você ficará envergonhado e terá de sentar-se no último lugar. Pelo contrário, quando você for convidado, sente-se no último lugar. Assim quem o convidou vai dizer a você: 'Meu amigo, venha sentar-se aqui num lugar melhor.' E isso será uma grande honra para você diante de todos os convidados. Porque quem se engrandece será humilhado, mas quem se humilha será engrandecido."
Santo do Dia - 31/10/2009

Entretanto de suas fileiras saíram também santos humildes e simples, que pela vida entregue a Deus e servindo exclusivamente ao próximo, mostraram o caminho de felicidade espiritual aos devotos e discípulos. Valorosos personagens quase ocultos, que formam gerações e gerações de cristãos e, assim, sedimentam a sua obra no seio das famílias leigas e religiosas.
Um dos mais significativos desses exemplos é o irmão leigo Afonso Rodrigues, natural de Segóvia, Espanha. Nascido em 25 de julho de 1532, pertencia a uma família pobre e profundamente cristã. Após viver uma sucessão de fatalidades pessoais, Afonso encontrou seu caminho na fé.
Tudo começou quando Afonso tinha dezesseis anos. Seu pai, um simples comerciante de tecidos, morreu de repente. Vendo a difícil situação de sua mãe, sozinha para sustentar os onze filhos, parou de estudar. Para manter a casa, passou a vender tecidos, aproveitando a clientela que seu pai deixara.
Em 1555, aconselhado por sua mãe, casou e teve dois filhos. Mas novamente a fatalidade fez-se presente no seu lar. Primeiro, foi a jovem esposa que adoeceu e logo morreu; em seguida, faleceram os dois filhos, um após o outro. Abatido pelas perdas, descuidou dos negócios, perdeu o pouco que tinha e, para piorar, ficou sem crédito.
Sem rumo, tentou voltar aos estudos, mas não se saiu bem nas provas e não pôde cursar a Faculdade de Valência.
Afonso entrou, então, numa profunda crise espiritual. Retirado na própria casa, rezou, meditou muito e resolveu dedicar sua vida completamente a serviço de Deus, servindo aos semelhantes. Ingressou como irmão leigo na Companhia de Jesus em 1571. E foi um noviciado de sucesso, pois foi enviado para trabalhar no colégio de formação de padres jesuítas em Palma, na ilha de Maiorca, onde encontrou a plena realização da vida e terminou seus dias.
No colégio, exerceu somente a simples e humilde função de porteiro, por quarenta e seis anos. Se materialmente não ocupava posição de destaque, espiritualmente era dos mais engrandecidos entre os irmãos. Recebera dons especiais e muitas manifestações místicas o cercavam, como visões, previsões, prodígios e cura.
E assim, apesar de porteiro, foi orientador espiritual de muitos religiosos e leigos, que buscavam sua sabedoria e conselho. Mas um se destacava. Era Pedro Claver, um dos maiores missionários da Ordem, que jamais abandonou os seus ensinamentos e também ganhou a santidade. Outro foi o missionário Jerônimo Moranto, martirizado no México, que seguiu, sempre, sua orientação.
Afonso sofreu de fortes dores físicas durante dois anos, antes de morrer em 31 de outubro de 1617, lá mesmo no colégio. Foi canonizado em 1888, pelo papa Leão XIII, junto com são Pedro Claver, seu discípulo, conhecido como o Apostolo dos Escravos. Santo Afonso Rodrigues deixou uma obra escrita resumida em três volumes, mas de grande valor teológico, onde relatou com detalhes a riqueza de sua espiritualidade mística. A sua festa litúrgica é comemorada no dia de sua morte.
Oração da Manhã - 31/10/2009
Você também pode entrar em contato com o "Hora da Família" através do nosso e-mail:
daniel_garcia390@hotmail.com.
Participe!
Acompanhemos essa oração com Cid Moreira.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Exemplos de Família - 30/10/2009

Um vaso útil ao Mestre
Ele se chamava Ananias e era sapateiro em Emaús. Conhecera Jesus na tarde trágica do Calvário. Tinha ido a Jerusalém para as comemorações da Páscoa e encontrara a cidade tomada por movimento inusitado. Acompanhara o drama pungente de Jesus pelas ruas da cidade santa, condoendo-se de Sua marcha penosa, seguindo o cortejo até o monte. Do alto da cruz, Jesus lhe lançou um olhar inesquecível. Era um chamado, um convite. Teve notícias, três dias depois, da ressurreição do Mestre e então, procurou Simão Pedro para conhecer melhor a personalidade Daquele Homem. Aceitou de imediato o Evangelho, tendo retornado a Emaús, disposto dos seus bens e tornado a Jerusalém, associando-se aos apóstolos galileus, nas primeiras atividades da Casa do Caminho. Vivera em Jerusalém, algum tempo, indo de bairro em bairro, no seu mister de divulgador. Deixando aquelas terras, estacionara em diversas aldeias, pregando as verdades de Jesus Cristo, rumando para Damasco, na Síria. Sob as ordens de Jesus, Ananias procura o jovem Saulo de Tarso na hospedaria onde se acolhe, após ter tido seu glorioso encontro com Jesus, na estrada de Damasco. Ananias é um homem de cabelos brancos, respeitável e diz ao tarsense, cego desde a visão de Jesus: Irmão Saulo, Jesus, que Te apareceu na estrada de Damasco, mandou-Me ao teu encontro para que voltes a ver. Que extraordinária lição. O perseguido vem atender ao seu perseguidor, porque o Cristo assim lhe dissera. Teríamos nós a grandiosidade dessa fé? Ananias sabia que Saulo viera a Damasco para o prender. É Ananias que aconselha Saulo a amadurecer as idéias, preparando-se para o seu apostolado, o que o faz procurar o velho mestre Gamaliel, em Palmira e internar-se, no deserto de Dan, em sequência. Depois de passar 3 anos no deserto, Saulo retorna a Damasco e é novamente Ananias quem o recebe. Tendo pregado na sinagoga, no segundo sábado de sua permanência na cidade, Saulo recebe ordem de prisão e se acolhe, a conselho de Ananias, em casa de humilde lavadeira. O ancião é preso. Desejam que confesse onde se encontra o moço de Tarso, que ousara macular a sinagoga falando a respeito do Mestre da Galiléia. Durante 24 horas permaneceu incomunicável. Recebeu vinte bastonadas que lhe deixaram o rosto e as mãos gravemente feridas. Ao interrogatório, respondeu com firmeza: Saulo deve estar com Jesus, o que, conforme sua consciência, não equivalia a mentir aos homens, mas também não comprometia o amigo fiel. É Ananias que vem ao encontro de Paulo de Tarso, logo após a sua decapitação e lhe diz: Desde a revelação de Damasco, dedicaste os olhos ao serviço do Cristo! Contempla, agora, as belezas da vida eterna, para que possamos partir ao encontro do Mestre amado!
A Família na Cozinha - 30/10/2009

Evangelho do Dia - 30/10/2009

Lc 14,1-6
Santo do Dia - 30/10/2009

Retistuta Kafka
No dia primeiro de maio de 1894, nasceu Helene, filha de Anton e Maria Kafka, na cidade de Brno, atual República Checa. Naquele tempo, a região chamava-se Moravia, e estava sob o governo do imperador austríaco Francisco José. Em 1896, a família Kafka transferiu-se para Viena, capital do Império Austro-Húngaro. Helene concluiu os estudos e formou-se enfermeira, com o desejo de tornar-se religiosa. No início, conformou-se com a negativa dos pais, mas, ao completar vinte anos, ingressou na Congregação das Franciscanas da Caridade Cristã, agora com a bênção da família. Como religiosa, adotou o nome de irmã Maria Retistuta, o primeiro em homenagem a sua mãe e o segundo a uma mártir do século I. Mas logo recebeu o apelido carinhoso de "irmã Resoluta", pelo seu modo cordial e decidido e por sua segurança e competência como enfermeira de sala cirúrgica e anestesista. No hospital de Modling, em Viena, a religiosa tornou-se uma referência para os médicos, enfermeiras e, especialmente, para os doentes, aos quais soube comunicar com lucidez o amor pela vida, na alegria e na dor. Foram muitos anos que serviu a Deus nos doentes, para os quais estava sempre disponível. Em março de 1938, Hitler mandou o exército ocupar a Áustria. Viena tornou-se uma das bases centrais do comando nazista alemão. Irmã Restituta colocou-se logo contrária a toda aquela loucura desumana. Não teve receio de mostrar que, sendo favorável à vida, não apoiaria, jamais, o nazismo de Hitler, fosse qual fosse o preço. Por isso, quando os nazistas retiravam o crucifixo também das salas de cirurgia, ela, serenamente, o recolocava no lugar, de cabeça erguida, desafiando os nazistas. Como não se submetia e muito menos se "dobrava", os nazistas a eliminaram. Foi presa em 1942. E ela fez da prisão uma espécie de lugar de graça, para honrar o nome de sua consagração, ou seja, Restituta, aquela que foi restituída para Deus. Irmã Resoluta esperou cinco meses na prisão para morrer. Em 30 de março de 1943, foi decapitada. Para as franciscanas, mandou uma mensagem: "Por Cristo eu vivi, por Cristo desejo morrer". E na frente dos assassinos nazistas, antes que o carrasco levantasse a mão que a mataria, irmã Restituta disse ao capelão: "Padre, faça-me na testa o sinal da cruz". O papa João Paulo II, em 1998, elevou irmã Maria Restituta Kafka aos altares para ser reverenciada pela Igreja como bem-aventurada. A sua festa litúrgica foi marcada para o dia 30 de outubro, data em que foi decretada a sua sentença de morte.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Exemplos de Família - 29/10/2009
Poderia ser pior...
O dia apenas amanhecera e Jorge já se achava a meio caminho da empresa em que trabalhava. Os passos lentos e o olhar voltado para o chão, demonstravam a tristeza e o desalento de que estava possuído. Adentrou o local de trabalho alguns minutos antes do horário, e cumprimentou o colega, um tanto desanimado. Ao perceber a tristeza de Jorge o companheiro lhe perguntou interessado: - O que aconteceu com você? Seu olhar denuncia sentimentos amargos... - É verdade. Trago nos ombros o peso da desesperança... - À minha volta só acontecem desgraças e mais desgraças... Sinto-me impotente, e penso que sou o homem mais infeliz da face da terra. - Mas, afinal de contas, o que aconteceu? - Indagou o colega. - Ora, meu irmão mais novo contraiu grande dívida e fugiu sem deixar o endereço. Meu cunhado envolveu-se com assaltantes e está atrás das grades. O companheiro que ouvia atento, observou: mas podia ser pior... Jorge continuou: - Minha esposa, levianamente envolveu-se com um rapaz bem mais novo que ela, e abandonou o lar... - Mas podia ser pior... - Retrucou o colega. - Meu melhor amigo me traiu, espalhando calúnias a meu respeito... - No entanto, podia ser pior... - Falou novamente o companheiro. Jorge não suportou mais ouvir aquela afirmativa e perguntou um tanto irritado: - Ora, eu já lhe contei tantas desgraças e você só sabe dizer que podia ser pior? O que poderia acontecer que fosse pior? O amigo respondeu serenamente: - você falou que o seu irmão tomou um empréstimo e não honrou o compromisso... Que seu cunhado envolveu-se em assaltos... Que sua esposa o traiu... Que seu melhor amigo o caluniou... E eu posso afirmar com segurança que podia ser pior, se fosse você o autor de tantos desatinos... Jorge um tanto chocado, olhou longamente para o colega e respondeu meio reticente: - É... Podia mesmo ser pior... Às vezes nos deparamos com situações que nos deixam tristes, porque sentimos o coração dilacerado pela traição, pela calúnia, ou pelos equívocos dos entes queridos. Todavia, se já conseguimos permanecer fiéis à nossa própria consciência, poderemos oferecer apoio aos que ainda se debatem nas águas turbulentas dos vícios morais. Pense nisso! Ainda que a navalha da ingratidão nos dilacere o coração... Ainda que a desgraça dos seres amados comprima nosso coração afetuoso... Ainda que tenhamos que sorver a taça da calúnia, lembremos o exemplo maior de Jesus, diante da traição do amigo que com ele convivera por longos anos... Lembremos as lágrimas do Sublime Galileu diante do sofrimento alheio... E, por fim, lembremos a derradeira frase que proferiu do alto da cruz infamante: "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem".
A Família na Cozinha - 29/10/2009

- suco de 1 limão
- 1 colher (sopa) de sal
- 1/2 embalagem de Bacon em Cubos Sadia (70g)
- 1 embalagem de Lingüiça Tipo Portuguesa Sadia, cortada em
rodelas
- 1 cebola grande picada
- 3 tomates maduros, sem pele e sem sementes cortados em
pedaços
- 2 xícaras (chá) de arroz
- metade das folhas de 1 repolho pequeno
- 1 amarrado de temperos verdes
- cheiro-verde a gosto para polvilhar
Modo de Preparo
de uma travessa, na parte baixa da geladeira, por cerca de 20
horas. Tempere-as com o suco de limão, 1/2 colher (sopa) de sal e
deixe tomar gosto.
Aqueça uma panela grande e de fundo largo e frite o bacon na sua
própria gordura. Junte as sobrecoxas de frango e refogue até
ficarem douradas. Junte a linguiça, a cebola e frite por alguns
minutos. Acrescente os tomates, o arroz, tempere com o sal
restante e acrescente as folhas de repolho rasgadas.
Despeje água fervente em quantidade suficiente para cobrir o
arroz (cerca de 3 dedos acima do nível dos grãos), coloque o
amarrado de temperos verdes e cozinhe em fogo médio. Quando a
água estiver quase secando, retire o amarrado e mantenha o
cozimento até a água secar completamente. Polvilhe o cheiro-verde
e sirva a seguir, na mesma panela em que foi preparado.
Hoje se comemora o dia do...

Este dia foi instituído pela lei nº. 5.191, de 18/12/1966, assinada pelo presidente Costa e Silva. A Semana Nacional do Livro, comemorado de 23 a 29 de outubro, foi definida pelo decreto nº. 84.631, de 14/4/1980. Na Antiguidade, o livro era bem diferente do que conhecemos hoje, pois não existia papel para registrar a escrita. Utilizavam-se os mais diversos materiais, como: cascas de árvores, folhas de palmeiras, tabuinhas de barro ou cera, papiro, blocos de pedra ou pergaminho, obtido da pele de animais. Os escribas egípcios registravam o cotidiano em um sofisticado material, em razão de terem descoberto que as folhas sobrepostas de uma planta que crescia às margens do rio Nilo davam um excelente papel, depois de serem separadas e coladas. Assim nasceu o papiro, que deu origem à palavra "papel" (do latim papyrus). Quando Roma invadiu o Egito, apossou-se dos papiros escritos, que eram lavados e usados para novas escritas. Depois, os romanos inventaram um novo tipo de papel, utilizando cascas de árvores. Na China, a escrita era feita sobre um papel rudimentar produzido com a polpa do bambu, e da amoreira. Tanto os chineses como os japoneses escreviam também sobre o algodão e a seda. Os árabes obtinham folhas de papel por meio de uma pasta de trapos. Os europeus, do século XII ao século XV, também se utilizavam de trapos moídos com goma de árvore para produzir um papel grosseiro. Os registros de grandes obras, contudo, eram feitos pelos copistas medievais sobre pergaminho. Quando Gutenberg inventou a máquina impressora, em meados do século XV, surgiu o primeiro livro impresso: a Bíblia, considerada como o livro mais lido do mundo. Hoje, em razão da alta tecnologia, os livros são produzidos em larga escala, nos mais diferentes tipos e padrões, abordando os mais diversificados assuntos e colocados no mercado com espantosa rapidez. O dia 29 de outubro foi escolhido para homenagear o livro no Brasil, porque foi nessa data (em 1810) que o príncipe-regente D. João fundou a Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro. Esse acontecimento foi marcante e de extrema importância para a popularização do livro, já que a biblioteca permite acesso fácil à leitura para qualquer pessoa, disseminando o conhecimento.
Evangelho do Dia - 29/10/2009

Lc 13,31-35
Santo do Dia - 29/10/2009

A cidade de Secondigliano, grande e populosa, do norte de Nápoles, Itália, é mais conhecida como uma região de mafiosos do que de santos.
Os problemas dos seus habitantes são inúmeros, entre os quais estão as facções da máfia, a corrupção social e política que, somados, desestruturam o sistema de serviços e a consciência, propiciando a formação de gangues de todos os tipos de tráficos. Mas ela também tem boas obras. Como a de padre Caetano Errico, que fundou, em 1833, a Congregação dos "Missionários dos Sagrados Corações de Jesus e de Maria".
A estátua de padre Caetano é bem visível de qualquer ângulo da cidade. Com a mão direita, ele abençoa; com a esquerda, empunha o crucifixo. A sua figura é imponente, não apenas pela beleza plástica da escultura. Ele era, realmente, um homem grande, alto e bem forte, um gigante na santidade e na figura humana.
Em 1791, essa cidade era pequena, uma planície com muito ar puro e úmido no final da tarde, chamada de Casale Régio da Cidade de Nápoles. Foi nesse ano que Caetano Errico nasceu, no dia 19 de outubro, o segundo dos nove filhos de Pasqual, modesto fabricante de macarrão, e de Maria. Quando mostrou vocação para a vida religiosa, logo obteve apoio da família. Aos dezesseis anos, ingressou no seminário e, em 1815, recebeu a ordenação sacerdotal.
Desde então, seu apostolado foi todo feito na igreja paroquial de São Cosme e São Damião, da sua cidade natal.
Em 1818, durante a pregação, teve inspiração divina para fundar uma congregação religiosa. Iniciou, imediatamente, pela construção de uma igreja dedicada a Nossa Senhora das Dores. Entre inúmeras dificuldades, a igreja foi erguida e abençoada doze anos depois, em 1830. Mas teve de esperar outros cinco anos para adquirir a imagem de madeira de Nossa Senhora das Dores e colocá-la no altar, onde permanece até hoje.
Além do trabalho pastoral da igreja, agora Caetano se ocupava com a construção da Casa para abrigar a nova congregação de padres. Decidiu que seria dedicada em honra dos Sagrados Corações de Jesus e Maria. E nela empenhou toda a sua vida, que durou sessenta e nove anos de idade. Morreu em 29 de outubro de 1860.
Padre Caetano Errico foi homem de oração, de penitência, dedicava muito tempo ao atendimento das confissões e auxiliava materialmente, com suas obras, os marginalizados e pobres de toda a cidade e redondeza. Hoje, essa herança é distribuída através dos padres Missionários dos Sagrados Corações. Mas a memória e veneração a padre Caetano está muito presente e ainda é muito forte na população.
O culto e as graças atribuídas à sua santidade começaram quando ele ainda estava no seu leito de morte. Tanto que no interior da Casa-mãe da Congregação foi preciso instalar um museu para abrigar as doações dos elementos testemunhais dos devotos, que lembram as graças alcançadas. E é curioso como o povo não permite que a imagem do fundador seja retirada do altar, onde foi colocada, para a sua simples apresentação, quando chegou. Era para ficar no museu, mas todos a querem ver ali, ao lado de Nossa Senhora das Dores.
O papa João Paulo II proclamou bem-aventurado Caetano Errico em 2002, e designou o dia de sua morte para a homenagem litúrgica.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Exemplos de Família - 28/10/2009

Um coração solidário
O progresso tecnológico trouxe para a humanidade uma série de benefícios, isso é indiscutível. Por um lado isso é bom, mas por outro, deixa as pessoas menos sensíveis, menos humanas, mais indiferentes. As instituições seguiram pelo mesmo caminho, e foram se tornando frias, embora eficientes. Mas esse problema não passou despercebido aos olhos do jovem psicólogo inglês, Tom Crabtree. Ele estava sempre disposto a entender quando as pessoas precisavam dele para dividir suas dores. E compreendia também que nem sempre falar é a melhor solução. Conta ele que, logo que iniciou sua carreira profissional, numa clínica de orientação para crianças, no noroeste da Inglaterra, certo adolescente chegou para vê-lo. Ele foi até à recepção e percebeu o rapaz que andava de um lado para o outro, agitado e assustado. Levou-o até sua sala e lhe indicou a cadeira do outro lado da mesa. Era fim do outono. A árvore em frente à janela não tinha folhas. Sente-se disse ao jovem. David vestia uma capa preta impermeável, abotoada até o pescoço. O rosto estava pálido. Torcia as mãos com nervosismo e olhava fixamente para os pés. Seu pai falecera quando era bebê. Foi criado pela mãe e pelo avô. Mas no ano anterior, quando David tinha 13 anos, o avô faleceu e a mãe morreu num acidente de carro. Agora, com 14 anos, estava em tratamento. O diretor da escola o havia encaminhado, com um bilhete: "esse garoto encontra-se muito triste e deprimido, o que é bastante compreensível. No entanto, ele se recusa a falar com quem quer que seja. Estou muito preocupado. Você pode ajudar?" O jovem psicólogo olhou para o garoto. Como poderia ajudá-lo? Há tragédias humanas para as quais a psicologia não tem respostas, para as quais não há palavras. Às vezes, ouvir com toda a atenção e sentimento é o mais apropriado, pensou. Nas duas primeiras visitas David não falou. Afundado na cadeira, só levantava os olhos para fixá-los nos desenhos infantis que decoravam a parede. Quando David saía do consultório, após a segunda sessão, tom colocou a mão sobre o seu ombro. O garoto parou. Não se retraiu, mas, ainda assim, não olhou para o médico. Venha na próxima semana, se quiser, disse tom. Fez uma pausa e acrescentou: "sei que é doloroso." David veio e tom sugeriu que jogassem xadrez. O rapaz fez que sim com a cabeça. Os jogos de xadrez continuaram todas as quartas-feiras à tarde, em silêncio total e sem contato visual da parte do garoto. Embora não seja fácil trapacear no xadrez, tom sempre fazia de tudo para que David ganhasse uma ou duas vezes. O menino chegava cedo, procurava o tabuleiro e as peças na estante. Começava a arrumá-las antes mesmo que tom sentasse. Parecia estar gostando da idéia. Mas por que nunca me olhava? Pensava tom. Talvez ele precise simplesmente de alguém com quem dividir a dor. Talvez sinta que respeito a dor dele. Concluiu tom. Numa tarde, quando o inverno dava lugar à primavera, David tirou a capa e a colocou nas costas da cadeira. Enquanto arrumavam as peças do jogo de xadrez, seu rosto parecia mais animado, os movimentos mais vivos. Alguns meses depois, quando flores já recobriam a árvore lá fora, tom olhava David enquanto ele se inclinava sobre o tabuleiro. Pensava que pouco se sabe sobre terapia, sobre os misteriosos processos de cura. De repente, o garoto levantou os olhos e disse: "sua vez." Depois disso, David começou a falar. Fez amigos na escola e entrou para o clube de ciclismo. Um dia chegou um cartão postal de David que dizia: "estou passeando de bicicleta com amigos e me divertindo muito." Tempos depois tom recebeu uma carta em que David falava que pretendia ir para a universidade. Tom ofereceu algo a David, mas certamente aprendeu como o tempo pode tornar possível superar o que parece dolorosamente insuperável. Aprendeu, ainda, como estar lá quando alguém precisa dele. E que se pode entrar em contato com outro ser humano sem usar palavras. Só é preciso um abraço, um toque gentil, um ouvido atento, um coração solidário.
A Família na Cozinha - 28/10/2009

- 1 kg de frango cortado à passarinho temperado a gosto
- 4 dentes de alho picados
- 2 cebolas grandes picadas
- 1 pimentão de cada (verde, amarelo e vermelho) picado
- 1 pimenta dedo de moça sem semente picada
- 1 envelope de pó próprio para paeja (ou açafrão em pó)
- 1/2 xícara (chá) de vinho branco seco
- 1 1/2 litros de caldo de frango (2 tabletes de caldo de
frango dissolvido em 1/2 litros de água)
- 300 g de macarrão cabelinho de anjo frito ( na frigideira
com um fio de azeite)
- sal a gosto
- 1/2 xícara (chá) de ervilha fresca
- tiras de pimentão (verde e vermelho) para decorar
- 10 unidades de azeitona preta
- 6 ovos de codorna
- salsinha picada a gosto
Fideuá de frutos do mar:
- 6 colheres (sopa) de azeite
- 300 g de camarões limpos temperados a gosto
- 300 g de anel de lula com seus tentáculos temperados a
gosto
- 4 dentes de alho picados
- 2 cebolas grandes picadas
- 1 pimentão de cada (verde, amarelo e vermelho) picado
- 1 pimenta dedo de moça sem semente picada
- 1 envelope de pó próprio para paeja (ou açafrão em pó)
- 300 g de mexilhões
- 300 g de filé de peixe de carne firme (cação, namorado)
- 1/2 xícara (chá) de vinho branco seco
- 1 1/2 litros de caldo de peixe (2 tabletes de caldo de
frango dissolvido em 1 1/2 litros de água)
- 300 g de macarrão cabelinho de anjo frito( na frigideira
com um fio de azeite)
- sal a gosto
- 1/2 xícara (chá) de ervilha fresca
- tiras de pimentão (verde e vermelho) para decorar
- 10 unidades de azeitona preta
- 4 Camarões graúdo para decorar
- salsinha picada a gosto
azeite, 1kg de frango cortado á passarinho. Junte 4 dentes de
alho picados grosseiramente, 2 cebolas grandes picadas
grosseiramente, 1 pimentão de cada ( verde, amarelo e vermelho )
picado grosseiramente, 1 pimenta dedo de moça sem semente picada
e refogue por +/- 20 minutos ou até que os legumes comecem a
caramelizar.
2 - Acrescente 1 envelope de pó próprio para paeja (ou açafrão em
pó), a xícara ( chá ) de vinho branco seco , deixe evaporar o
álcool e coloque 2 litros de caldo de frango(2 tabletes de caldo
de frango dissolvido em 1 1/2 litros de água). Tampe a
frigideira e cozinhe por aproximadamente 25 minutos em fogo
baixo.
minutos (SEPARADAMENTE) em 6 colheres (sopa) de azeite, 300 g de
camarões limpos, 300 g de anel de lula com seus tentáculos,.
Reserve.
grosseiramente, 2 cebolas grandes picadas grosseiramente, 1
pimentão de cada (verde, amarelo e vermelho) picado
grosseiramente, 1 pimenta dedo de moça sem semente picada e
refogue em fogo baixo por +/- 20 minutos ou até começar a
caramelizar, junte 1 envelope de pó próprio para paeja (ou
açafrão em pó), 300 g de mexilhões, 300 g de filé de peixe de
carne firme ( cação, namorado) e 1/2 xícara (chá) de vinho branco
seco e deixe evaporar o álcool.
caldo de frango dissolvido em 2 litros de água). Tampe a
frigideira e cozinhe por aproximadamente 10 minutos em fogo
baixo.
de macarrão cabelinho de anjo frito (na frigideira com um fio de
azeite), e corrija o sal, se necessário acrescente um pouco mais
de caldo de peixe. Distribua a xícara (chá) de ervilha fresca,
tiras de pimentão (verde, amarelo e vermelho) para decorar, 10
unidades de azeitona preta, os 4 camarões grandes e polvilhe
salsinha picada a gosto e cozinhe por 5 minutos com a frigideira
tampada .
frigideira com um fio de azeite), e corrija o sal, se necessário
acrescente um pouco mais de caldo de frango. Distribua a xícara
(chá) de ervilha fresca, tiras de pimentão (verde, amarelo e
vermelho) para decorar, 10 unidades de azeitona preta, estale 6
ovos de codorna, polvilhe salsinha picada a gosto e cozinhe por 5
minutos com a frigideira tampada .
Evangelho do dia - 28/10/2009

Lc 6,12-19
Santo do Dia - 28/10/2009

Judas, apóstolo que celebramos hoje, para não ser confundido com Judas Iscariotes, "apóstolo da perdição", o traidor de Jesus, foi chamado nos evangelhos de Judas Tadeu. O nome Judas vem de Judá e significa festejado. Tadeu quer dizer peito aberto, destemido, melhor ainda, magnânimo.
Era natural de Caná da Galiléia, na Palestina, filho de Alfeu, também chamado Cléofas, e de Maria Cléofas, ambos parentes de Jesus. O pai era irmão de são José; a mãe, prima-irmã de Maria Santíssima. Portanto Judas era primo-irmão de Jesus e irmão de Tiago, chamado o Menor, também discípulo de Jesus.
Os escritos cristãos dessa época revelam mesmo esse parentesco, uma vez que Judas Tadeu seria um dos noivos do episódio que relata as bodas de Caná, por isso Jesus, Maria e os apóstolos estariam lá.
Na Bíblia, ele é citado pouco, mas de maneira importante. No evangelho de Mateus, vemos que Judas Tadeu foi escolhido por Jesus. Enquanto nas escrituras de João ele é narrado mais claramente. Na ceia, Judas Tadeu perguntou a Jesus: "Mestre, por que razão deves manifestar-te a nós e não ao mundo?" Jesus respondeu-lhe que a verdadeira manifestação de Deus está reservada para aqueles que o amam e guardam a sua palavra. Também faz parte do Novo Testamento a pequena Carta de São Judas, a qual traz os fundamentos para perseverar no amor de Jesus e adverte contra os falsos mestres.
Após ter recebido o dom do Espírito Santo, Judas Tadeu iniciou sua pregação na Galiléia. Realizou inúmeros milagres em sua caminhada pelo Evangelho. Depois, foi para a Samaria e, próximo do ano 50, tomou parte no primeiro Concílio, em Jerusalém. Em seguida, continuou a evangelizar na Mesopotâmia, Síria, Armênia e Pérsia, onde encontrou Simão, e passaram a viajar juntos.
Conta a tradição que percorreram juntos as doze províncias do Império Persa, nas quais converteram muitos pagãos. Ainda segundo essa fonte, os dois apóstolos foram torturados e mortos no mesmo dia, por pagãos perseguidores. Por isso a Igreja manteve a mesma data para as duas homenagens.
Ao certo, o que sabemos é que o apóstolo Judas Tadeu tornou-se um mártir da fé, isto é, morreu por amor a Jesus Cristo. A sua pregação e o seu testemunho eram tão intensos que os pagãos se convertiam. Os sacerdotes pagãos, furiosos, mandaram assassinar o apóstolo, a golpes de bastões, lanças e machados. Tudo teria acontecido no dia 28 de outubro de 70.
Os restos mortais, guardados primeiro no Oriente Médio e depois na França, agora são venerados em Roma, na Basílica de São Pedro. Considerado pelos cristãos o santo intercessor das causas impossíveis, foi a partir da devoção de santa Gertrudes que essa fama ganhou força no mundo católico. Ela, em sua biografia, relatou que Jesus lhe aconselhou invocar são Judas Tadeu até nos "casos mais desesperados". Depois disso, aumentou o número de devotos do seu poder de resolver as causas que parecem sem solução. Diz a tradição que não há um devoto que tenha pedido sua ajuda e não tenha sido atendido.
A festa de são Judas Tadeu é celebrada no dia 28 de outubro, tanto na Igreja ocidental como na oriental. No Brasil, é um evento que altera toda a rotina do país, pois são multidões de católicos que querem agradecer e celebrar o querido santo padroeiro nas igrejas.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Exemplos de Família - 27/10/2009

As frustrações do homem moderno
Grande parte das pessoas, na sociedade atual, é infeliz, é frustrada. Você já se perguntou por que isso acontece? Muitos são os estudos feitos para se descobrir as possíveis causas da infelicidade do homem moderno e todos apontam para um único e grande causador de tudo isso: o próprio homem. O ser humano traz em sua bagagem, ao nascer, um plano de felicidade. Ele traz consigo basicamente três motivações que o levarão a uma satisfação pessoal, se as conseguir manter ao longo da existência. Uma delas é ter um relacionamento pessoal satisfatório. Outra, é poder ser útil na comunidade em que vive e, por fim, crescer como indivíduo, alcançando sua auto-realização. Se todas as pessoas conseguissem atender a esses apelos do seu interior jamais se sentiriam frustradas ou infelizes. No entanto, há outros apelos muito fortes que vêm do exterior, que a sociedade impõe como sendo indispensáveis: ter muito dinheiro, ter fama e ser fisicamente atraente. E é quando o ser humano entra na luta pela conquista de posses materiais, de fama e de uma aparência física atraente, que muitas vezes se infelicita e se frustra. E por que isso ocorre? Porque, em sua maioria, as criaturas se esquecem das suas aspirações íntimas e passam a lutar com todas as suas forças para conquistar o que a sociedade convencionou chamar de homem bem sucedido. E, para "subir na vida", tantas vezes não se importa em passar por cima de seus semelhantes, e mata uma de suas motivações íntimas: a de ter um bom relacionamento pessoal. Deixa de ouvir a voz da consciência que o chama à utilidade, junto à comunidade, e passa a lutar por uma profissão que lhe dê status e fama. Se aspirar, por exemplo, a ser um médico útil à sociedade, passa a ver na profissão um meio de ganhar dinheiro e fazer fama, tornando-se um comerciante da medicina, que só atende se for bem pago. E para poder se manter fisicamente atraente, muitos indivíduos vivem à custa de drogas e regimes cruéis, e passam a depender disso para manter as aparências. E quando o corpo físico cobra seus tributos, em função da idade, passam a esticar a pele por todos os lados, como se fosse possível enganar as leis que regem a matéria. O que o indivíduo não se dá conta, é que quanto mais luta para ter, mais se esquece de ser e mais se infelicita. Os que conseguem conquistar posses materiais, fama, e uma boa aparência, passam a empregar seu tempo e sua saúde para mantê-los. E os que não logram realizar esses sonhos estabelecidos pela sociedade, se tornam infelizes e frustrados por se julgarem incapazes para tal. Jesus, o excelente psicólogo da Humanidade, recomendou que envidássemos esforços para conquistar bens que nem a traça nem a ferrugem consomem. E esses bens são as virtudes do Espírito, que nos seguem pela eternidade afora. Assim, quando o ser humano entender que o dinheiro é meio e não fim para ser conquistado a qualquer custo, colocará esse bendito recurso a serviço do progresso próprio e dos seus semelhantes em todos os sentidos. "Não vos inquieteis pela posse do ouro", recomenda Jesus. E na parábola do rico fazendeiro que só se importava em encher os celeiros de forma egoísta Ele adverte: "Insensato que sois! Ainda esta noite lhe exigirão a alma." Jesus, portanto, não disse que temos que desprezar os bens terrenos, nem o dinheiro, mas ensinou que os bens terrenos aqui ficam quando daqui partimos e que não vale a pena ganhar a vida e perder-se a si mesmo.
A Família na Cozinha - 27/10/2009

- 1 lata de creme de leite
- 8 colheres (sopa) de leite condensado
- 1 caixinha de creme de leite
- 8 tabletes de queijo processado (20g cada)
Modo de Preparo
creme de leite e misture bem. Transfira para um refratário e
leve à geladeira até ficar firme (+/- 4 horas)
condensado, 1 caixinha de creme de leite, 8 tabletes de queijo
processado (20g cada) e bata bem. Retire o creme de goiabada da
geladeira e despeje este creme (batido no liquidificador). Leve o
refratário para forno pré-aquecido a 180 graus até dourar (+/- 10
minutos). Sirva com sorvete de creme.
Evangelho do Dia - 27/10/2009
Lc 13,18-21
Santo do Dia - 27/10/2009

Desde a adolescência Frumêncio teve sua vida marcada por acontecimentos surpreendentes que o levaram a uma região exótica e distante, a Etiópia, no coração da África, da qual se tornou o primeiro bispo. Antes disso, porém, foi discípulo de filósofo, e um escravo muito especial.
Era o tempo do imperador Constantino e Frumêncio estava entre os discípulos na comitiva que acompanhava o filósofo Merópio. Voltavam de uma viagem à Ìndia e a embarcação parou no porto de Adulis, no mar Vermelho. Então, foram atacados por ladrões etíopes, que saquearam o barco e mataram os passageiros e tripulantes. Todos, exceto os amigos adolescentes, Frumêncio e Edésio. Os dois foram salvos por um motivo banal: naquele momento estavam sob uma árvore, entretidos na leitura de um livro. Sobreviveram, porém foram levados para a Etiópia e entregues ao rei, como escravos.
Depois de conversar com eles e admirar-se com sua sabedoria, o rei decidiu mantê-los no palácio. Edésio como copeiro e Frumêncio como um secretário direto. Sua influência cresceu na Corte, principalmente junto à rainha. Ao tornar-se viúva, ela assumiu o poder para o filho menor, como regente. Libertou Frumêncio e Edésio, entregando-lhes a educação de seu filho, o futuro rei. Ou seja: só poderiam partir ao concluírem a tarefa.
Tempos depois, eles conseguiram da rainha autorização para construir uma igreja próxima ao porto, para servir os mercadores cristãos que passavam pelo país. Isso muito significou para a difusão da fé cristã junto ao povo etíope, embora com dificuldade. Lentamente, foi nela que a semente do cristianismo germinou no continente africano.
No tempo certo, obtiveram permissão de voltar à pátria, o Tiro, no sul da Síria, atual Líbano. Enquanto Edésio se dirigia para a cidade natal, onde se encontrou como o historiador, hoje santo, Rufino, que registrou toda a aventura, o amigo Frumêncio foi para Alexandria, no Egito. Queria pedir ao então bispo, santo Atanásio, que designasse um bispo e missionários para comandar a pregação católica na Etiópia. Atanásio não se fez de rogado, entendendo que o mais indicado era o próprio Frumêncio. Consagrou-o bispo da Etiópia.
Quando retornou, Frumêncio encontrou no trono da Etiópia o jovem rei seu pupilo, que lhe dedicava grande estima, que logo em seguida se converteu e foi batizado, convidando todo o seu povo a acompanhá-lo no seguimento de Cristo.
Frumêncio, chamado pelos etíopes de "Abba Salama", ou seja, "Pai da Paz", desenvolveu seu trabalho missionário na Etiópia até morrer no ano 380. A Igreja comemora no dia 26 de outubro aquele que considera o "Apóstolo da Etiópia".
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Exemplos de Família - 26/10/2009

Uma grande covardia
O hábito da maledicência é bastante arraigado em nossa sociedade. Chega a constituir exceção uma criatura que jamais tece comentários maldosos sobre seus semelhantes. Mesmo amigos, não raro, se permitem criticar os ausentes. Quase todos os homens possuem fissuras morais. Seria sinal de pouca inteligência não perceber essa realidade. Não é possível ver o bem onde ele não existe. Também não é conveniente ser incapaz de perceber vícios e mazelas que realmente existam. Mas há uma considerável distância entre identificar um problema e divulgá-lo. Encontrar prazer em denegrir o próximo constitui indício de grande mesquinharia. Esse gênero de comentário é ainda mais condenável por ser feito de forma traiçoeira. Freqüentemente quem critica o vizinho não tem coragem de fazê-lo frente-a-frente. É uma grande covardia sorrir e demonstrar apreço por alguém e criticá-lo pelas costas. Antes de tecer um comentário, é preciso ter certeza de que ele traduz uma verdade. Sendo verdadeiro um fato, torna-se necessário verificar se há alguma utilidade em divulgá-lo. A única justificativa para apontar as mazelas alheias é a prevenção de um mal relevante. Se o problema apresentado por uma criatura apenas a ela prejudica, o silêncio é a única atitude digna. Assim, antes de abrir a boca para denegrir a reputação de alguém, certifique-se da veracidade dos fatos. Sendo verídica a ocorrência, analise qual o seu móvel. Reflita se seu agir visa evitar um mal considerável, ou é apenas prazer de maldizer. Na segunda hipótese, é melhor calar-se. É relevante também indagar se você tem coragem de comentar a ocorrência na frente da pessoa criticada. Se o fizer, dará oportunidade para defesa. Certamente a pessoa, objeto do comentário, possui a própria versão dos fatos. Por todas essas razões, e outras tantas, jamais seja covarde. A covardia é uma característica muito baixa e lamentável. O fraco sempre escolhe vítimas que não podem oferecer defesa. Agride de preferência as pessoas frágeis. Quando não tem coragem para atacar diretamente, utiliza subterfúgios. Enlameia a honra alheia, faz calúnias, espalha insinuações maldosas aos quatro ventos. O homem que é alvo do ataque de um covarde geralmente nem sabe o que lhe aconteceu. Apenas se espanta ao deparar com sorrisos irônicos onde quer que vá. Em ambientes em que era recebido calorosamente, agora só encontra frieza. Percebe perplexo, o afastamento de amigos e parentes. As fisionomias outrora benevolentes tornam-se sisudas. Raramente alguém lhe esclarece a razão do ocorrido. Assim, ele é julgado e condenado sem possibilidade de defesa. Analise seu proceder e verifique se, por leviandade, às vezes você não age de forma maldosa e covarde. Pense nos prejuízos que suas palavras podem causar na vida dos outros. Imagine se fosse você a vítima do comentário ferino. Certamente gostaria que a generosidade fizesse calar os seus semelhantes. Ou ao menos que eles fossem leais o suficiente para falar às claras com você. É preciso eliminar o hábito da maledicência. Trata-se de um comportamento eivado de covardia. E sem dúvida o seu ideal de vida não é ser um covarde. Pense nisso!
A Família na Cozinha - 26/10/2009

- 4 dentes de alho amassados
- 2 colheres (sopa) de azeite
- 1 kg de carne moída
- 1 lata de milho verde (200 g)
- 2 tabletes de caldo de carne
- 2 tomates picadinhos
- 1 pimenta dedo de moça picadinha
- cheiro verde e sal a gosto
- 100 ml de água
- 1 pacote de salgadinho de milho quebrado (200 g)
- 2 caixas de creme de leite
- 1/2 xícara (chá) de leite
- 3 ovos
- 250 g de queijo parmesão ralado
Modo de Preparo
amassados, 2 colheres (sopa) de azeite e doure. Acrescente 1 kg
de carne moída e deixe fritar. Adicione 1 lata de milho verde
(200 g), 2 tabletes de caldo de carne, 2 tomates picadinhos, 1
pimenta dedo de moça picadinha, cheiro verde a gosto, sal a gosto
e 100 ml de água e refogue até a carne moída ficar mais sequinha
(com pouca água +/- 15 minutos). Reserve.
2- Numa tigela coloque 1 pacote de salgadinho de milho quebrado
(200 g), 2 caixas de creme de leite, 1/2 xícara (chá) de leite, 3
ovos e misture bem.
3- Num refratário untado coloque a carne refogada (reservada
acima), o creme com salgadinho por cima e polvilhe 250 g de
queijo parmesão ralado. Leve ao forno pré-aquecido a 180 graus
até dourar.
Evangelho do Dia - 26/10/2009
Santo do Dia - 26/10/2009

No atual Anuário dos Papas encontramos Evaristo em pleno comando da Igreja católica, como quarto sucessor de Pedro, no ano 97. Era o início da era cristã, portanto é muito compreensível que haja tão poucos dados sobre ele.
Enquanto do anterior, papa Clemente, temos muitos registros, até de próprio punho, como a célebre carta endereçada aos cristãos de Corinto, do papa Evaristo nada temos escrito por ele mesmo, as poucas informações vieram de Irineu e Eusébio, dois ilustres e expressivos santos venerados no mundo católico.
Naqueles tempos, o título de "papa" era dado a toda e qualquer autoridade religiosa, passando a designar o chefe maior da Igreja somente no século VI. Por essa razão as informações, às vezes, se contradizem. Mas santo Eusébio mostra-se muito firme e seguro ao relatar Evaristo como um grego vindo da Antioquia.
Ele governou a Igreja durante nove anos, nos quais promoveu três ordenações, consagrando dezessete sacerdotes, nove diáconos e quinze bispos, destinados a diferentes paróquias.
Foi de sua autoria a divisão de Roma em vinte e cinco dioceses, a criação do primeiro Colégio dos Cardeais. Parece que também foi ele que instituiu o casamento em público, com a presença do sacerdote.
Papa Evaristo morreu em 105. Uma tradição muito antiga afirma que ele teria sido mártir da fé durante a perseguição imposta pelo imperador Trajano, e que depois seu corpo teria sido abandonado perto do túmulo do apóstolo Pedro. Embora a fonte não seja precisa, assim sua morte foi oficialmente registrada no Livro dos Papas, em Roma.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Exemplos de Família - 23/10/2009

Um simples conselho
Certa vez um jovem muito rico foi procurar um rabi para lhe pedir um conselho. Toda sua fortuna não era capaz de lhe proporcionar a felicidade tão sonhada. Falou da sua vida ao rabi e pediu a sua ajuda. Aquele homem sábio o conduziu até uma janela e pediu para que olhasse para fora com atenção, e o jovem obedeceu. O que você vê através do vidro, meu rapaz? Perguntou o rabi. Vejo homens que vêm e vão, e um cego pedindo esmolas na rua, respondeu o moço. Então o homem lhe mostrou um grande espelho e novamente o interrogou: o que você vê neste espelho? Vejo a mim mesmo, disse o jovem prontamente. E já não vê os outros, não é verdade? E o sábio continuou com suas lições preciosas: Observe que a janela e o espelho são feitos da mesma matéria prima: o vidro. Mas no espelho há uma camada fina de prata colada ao vidro e, por essa razão, você não vê mais do que sua própria pessoa. Se você se comparar a essas duas espécies de vidro, poderá retirar uma grande lição. Quando a prata do egoísmo recobre a nossa visão, só temos olhos para nós mesmos e não temos chance de conquistar a felicidade efetiva. Mas quando olhamos através dos vidros limpos da compaixão, encontramos razão para viver e a felicidade se aproxima. Por fim, o sábio lhe deu um simples conselho: Se quiser ser verdadeiramente feliz, arranque o revestimento de prata que lhe cobre os olhos para poder enxergar e amar os outros. Eis a chave para a solução dos seus problemas. Se você também não está feliz com as respostas que a vida tem lhe oferecido, talvez fosse interessante tentar de outra forma. Muitas vezes, ficamos olhando somente para a nossa própria imagem e nos esquecemos de que é preciso retirar a camada de prata que nos impede de ver a necessidade à nossa volta. Quando saímos da concha de egoísmo, percebemos que há muitas pessoas em situação bem mais difícil que a nossa e que dariam tudo para estar em nosso lugar. E quando estendemos a mão para socorrer o próximo, uma paz incomparável nos invade a alma. É como se Deus nos envolvesse em bênçãos de agradecimento pelo ato de compaixão para com seus filhos em dificuldades. Ademais, quem acende a luz da caridade, é sempre o primeiro a beneficiar-se dela. E a caridade tem muitas maneiras de se apresentar: Pode ser um sorriso gentil... Uma palavra que anima e consola... Um abraço de ternura... Um aperto de mão... Um pedaço de pão... Um minuto de atenção... Um gesto de carinho... Uma frase de esperança... E quem de nós pode dizer que não necessita ou nunca necessitará dessas pequenas coisas? Pense nisso! A caridade é o gênio celestial que nos tece asas de luz para a comunhão com o pensamento divino, se soubermos esquecer de nós mesmos para construir a felicidade daqueles que nos estendem as mãos. Pensemos nisso!
A Família na Cozinha - 23/10/2009

- 400 g de mussarela ralada
- 4 colheres (sopa) de molho de tomate
- 1 tomate grande cortado em rodelas
- 1/2 cebola grande cortada em rodelas
- 1 fio de azeite
- sal e pimenta-do-reino a gosto
- folhas de manjericão ou orégano a gosto
Evangelho do Dia - 23/10/2009
Lc 12,54-59
Santo do Dia - 23/10/2009

João nasceu no dia 24 de junho de 1386, na cidade de Capistrano, próximo a Áquila, no então reino de Nápoles, atual Itália. Era filho de um conde alemão e uma jovem italiana. Tornou-se um cidadão de grande influência em Perugia, cidade onde estudou direito civil e canônico, formando-se com honra ao mérito. Lá se casou com a filha de outro importante membro da comunidade e foi governador da cidade, quando iniciava a revolta contra a dominação do rei de Nápoles. Como João de Capistrano era muito respeitado e julgava ter amigos entre adversários, aceitou a tarefa de tentar um diálogo com o rei. Mas estava enganado, pois, além de não acreditarem nas suas propostas, de paz eles o prenderam. Ao mesmo tempo, recebeu a notícia da morte de sua esposa. João tinha trinta e nove anos de idade.
Nessa ocasião tomou a decisão mais importante de sua vida. Abriu mão de todos os cargos, vendeu todos os bens e propriedades, pagou o resgate de sua liberdade e pediu ingresso num convento franciscano. Mas também ali encontrou a desconfiança do seu propósito. O superior, antes de permitir que ele vestisse o hábito, o submeteu a muitas humilhações, para provar sua determinação. Aprovado, apenas um ano depois era considerado um dos mais respeitados religiosos do convento. Aliás, Ordem que ele próprio colaborou para reformar.
Desde então sua vida foi somente dedicada ao espírito. Durante trinta anos fez rigoroso jejum, duras penitências e se dedicou às orações. Trabalhou com energia, evangelizando na Itália, França, Alemanha, Áustria, Hungria, Polônia e Rússia. Tornou-se grande pregador e os registros mostram, que, após sua pregação, muitos jovens decidiam entrar na Ordem de São Francisco de Assis. Foi conselheiro de quatro papas. Idoso, defendeu a Itália numa guerra que ajudou a vencer. A famosa batalha de Belgrado, contra os invasores turcos muçulmanos.
João de Capistrano contava setenta anos de idade, quando um enorme exército ameaçava tomar toda a Europa, pois já dominava mais de duzentas cidades. O papa Calisto III o designou como pregador de uma cruzada, que defenderia o continente. Com ele à frente, os cristãos tiveram de combater um exército dez vezes maior. A guerra já estava quase perdida e os soldados estavam a ponto de desfalecer, quando surgiu João animando a todos, percorrendo as fileiras e mantendo-os estimulados na fé em Cristo. Agiu assim durante onze dias e onze noites sem cessar. Espantados com a atitude de João, os guerreiros muçulmanos apavoraram-se, o exército se desorganizou e os soldados cristãos dominaram o campo de batalha até a vitória final.
Vitória que, embora preferisse manter o anonimato, foi atribuída a João de Capistrano. Depois disso, retirou-se para o Convento de Villach, na Áustria, onde morreu três meses depois, no dia 23 de outubro de 1456. O seu culto se mantém vivo até os nossos dias, sendo celebrado no dia de sua morte tanto no Oriente e como no Ocidente.
Foi canonizado em 1724 pelo papa Bento XIII. João de Capistrano é o padroeiro dos juízes.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Exemplos de Família - 22/10/2009

Aprendi...
Um dia desses, enquanto aguardava a vez na sala de espera, percebi, solta entre as revistas, uma folha de papel. A curiosidade fez com que a tomasse para ler o que estava escrito. Era uma bela mensagem que alguém havia escrito. O título era interessante e curioso: aprendi... Dizia o mais ou menos o seguinte: Aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém, posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e ter paciência, para que a vida faça o resto. Aprendi que não importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim, tem gente que não dá a mínima e eu jamais conseguirei convencê-las. Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos. Que posso usar meu charme por apenas 15 minutos, depois disso, preciso saber do que estou falando. Eu aprendi... Que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida. Que por mais que se corte um pão em fatias, esse pão continua tendo duas faces, e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho. Aprendi... Que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paciência. Mas, aprendi também, que posso ir além dos limites que eu próprio coloquei. Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles. Que os heróis são pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sentem. Aprendi que perdoar exige muita prática. Que há muita gente que gosta de mim, mas não consegue expressar isso. Aprendi... Que nos momentos mais difíceis a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas. Aprendi que posso ficar furioso, tenho direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel. Que jamais posso dizer a uma criança que seus sonhos são impossíveis, pois seria uma tragédia para o mundo se eu conseguisse convencê-la disso. Eu aprendi que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, que eu tenho que me acostumar com isso. Que não é o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro. Aprendi que, não importa o quanto meu coração esteja sofrendo, o mundo não vai parar por causa disso. Eu aprendi... Que as circunstâncias de minha infância são responsáveis pelo que eu sou, mas não pelas escolhas que eu faço quando adulto. Aprendi que numa briga eu preciso escolher de que lado estou, mesmo quando não quero me envolver. Que, quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas não discutem não significa que elas se amem. Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles vão se machucar e eu também. Isso faz parte da vida. Aprendi que a minha existência pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes. Aprendi também que diplomas na parede não me fazem mais respeitável ou mais sábio. Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem critério. E que amigos não são apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que são amigos. Aprendi que certas pessoas vão embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos retê-las para sempre. Aprendi, afinal, que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.
A Família na Cozinha - 22/10/2009

sem sementes, 2 cebolas grandes picadas, 5 dentes de alho
picados, 1 pimentão grande (vermelho ou amarelo), 1 maço de
cheiro verde, 1/2 maço de coentro, 1 pimenta dedo de moça
sem semente, 1 colher (chá) de orégano.
- 2 colheres (sopa) de azeite ou óleo
- 200 g de bacon cortado em cubos
- 1 colher (sopa) de açúcar
- 1 1/2 kg de peito de boi limpo e cortado em cubos
- 1/2 litro de caldo de carne (2 tabletes de caldo de carne
dissolvidos em 1/2 litro de água)
- 1 1/2 kg de purê de batata baroa (mandioquinha)
- 1 copo de requeijão sabor cheddar (250g)
- 2 gemas para pincelar
- 250 g de queijo coalho ralado
Evangelho do Dia - 22/10/2009
Lc 12,49-53
Santo do Dia - 22/10/2009

São Donato
Donato, filho de nobres cristão, nasceu na Irlanda nos últimos anos do século VIII. Desde criança foi educado na fé católica. Iniciou os estudos religiosos e, devido ao rápido e bom progresso, desejou aperfeiçoar-se. Mais tarde, abandonou a família e a pátria, seguindo em peregrinação por várias regiões até chegar em Roma, onde se tornou sacerdote em 816. Na volta para a Irlanda, parou na cidade de Fiesole, quando o clero e a população procuravam eleger um novo bispo. Movidos pela divina inspiração, decidiram escolher aquele desconhecido peregrino. A tradição conta que, quando Donato entrou na igreja, os sinos tocaram e os círios acenderam-se, sem que alguém tivesse contribuído para isso. No início, relutou em aceitar, mas depois se dobrou ao desejo de todos. Era o ano 829. Existem muitos registros sobre o seu governo pastoral em Fiesole, que durou cerca de quarenta anos. Combateu com sucesso os usurpadores dos bens da Igreja. Em 866, viajou para encontrar-se com o imperador Lotário II, e conseguiu confirmar as doações dos bens concedidos pelo seu predecessor, Alexandre, e outros vários direitos. Teve uma boa relação com os soberanos daquela época, os quais acompanhava nas empreitadas e nas viagens. Escritos relatam que Donato foi professor, trabalhou para os reis franceses, participou de expedições com os imperadores italianos e chefiou uma campanha contra os invasores árabes muçulmanos na Itália meridional. Em 850, o bispo Donato esteve em Roma, participando da coroação do imperador Ludovico, feita pelo papa Leão IV. Naquela ocasião, foi convidado a participar, junto com o pontífice e o imperador, do julgamento de uma velha questão pendente entre os bispos de Arezzo e de Siena, resolvida a favor do último. Era um sacerdote muito instruído, sábio e prudente, por isso se preocupou com a instrução do clero e da juventude. Escreveu diversas obras, das quais restou apenas um epitáfio, ditado para o seu jazigo, valoroso pelas informações autobiográficas; um credo poético, que recitou antes de morrer, e a "Lauda de Santa Brígida", padroeira da Irlanda. Pensando nos peregrinos, principalmente nos irlandeses, com recursos próprios Donato construiu naquela diocese a igreja de Santa Brígida, o hospital e um albergue, todos ricamente decorados e bem aparelhados. Depois, em 850, doou tudo para a abadia fundada por são Columbano de Bobbio. Morreu em 877, na cidade de Fiesole, Itália. As suas relíquias foram sepultadas na antiga catedral, dedicada a são Rômulo, onde ficaram até o final de 1017, quando foram transferidas para a nova catedral, em uma capela a ele dedicada. A Igreja declarou-o santo e celebra-o no dia 22 de outubro. A festa de são Donato espalhou-se por todo o mundo cristão, mas principalmente na Irlanda ele é muito homenageado.
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Ingredientes: 600g de file de frango 1 dente de alho picada Suco de 1 limão 1 envelope de Tempero SAZÓN® Verde ½ xícara de farinha de t...
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Sentir Deus O jovem professor entrou na sala de aula e encontrou seus pequenos alunos debatendo, calorosamente, sobre Deus. Como poderiam ac...