sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Hoje é dia.... 20/11/2009




Dia Nacional da Consciência Negra





O Dia Nacional da Consciência Negra foi instituído para homenagear Zumbi dos Palmares, líder do Quilombo dos Palmares, que se tornou o baluarte na luta dos negros contra a escravidão.

O Quilombo dos Palmares surgiu em 1597, com a fuga de quarenta negros de um engenho de Porto Calvo, situado ao sul da capitania de Pernambuco, no atual estado de Alagoas. Foi o maior, mais organizado e mais duradouro quilombo brasileiro, encravado na serra da Barriga, com uma população que chegou a vinte mil habitantes, numa área de aproximadamente 27 km². Recebeu o nome de Palmares em razão das palmeiras da região.

Zumbi nasceu no Quilombo dos Palmares, provavelmente em 1655, mas foi capturado ainda bebê por uma expedição militar e doado ao padre Antônio de Melo, do distrito de Porto Calvo. Batizado como Francisco, o menino aprendeu a ler e escrever na paróquia. Apesar de todas as regalias, incomuns aos negros daquela época, aos 15 anos, ele decidiu, voltar ao quilombo com alguns escravos fugitivos.

Em Palmares, Francisco passou a ser chamado de Zumbi e se destacou como chefe militar. O sistema colonial português abominava os quilombos, sobretudo Palmares, por ser o mais poderoso e manter intenso e constante contato com as comunidades vizinhas, gerando conflitos. Os negros mantidos no cativeiro, bem como as comunidades excluídas, ouviam histórias de Palmares e alimentavam a esperança de fugir, para se juntarem aos quilombolas.

Domingos Jorge Velho exterminou Palmares em 1694, mas Zumbi conseguiu escapar; escondido na mata continuou liderando os quilombolas que sobreviveram e novos grupos que se uniram à causa. Em 1695, Zumbi foi traído e morto.
Embora já tenham decorrido mais de trezentos anos, ninguém conseguiu extinguir o sonho de Zumbi: uma sociedade igualitária em todos os âmbitos. Por isso, seu pensamento permanece vivo até hoje, alimentado por todas as pessoas que lutam pela democracia racial, social e econômica.

A lei no 9315, de 20/11/1996, assinada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, inscreveu o nome de Zumbi dos Palmares no Livro dos Heróis da Pátria, que se encontra no Panteão da Liberdade e da Democracia.

Noite Sertaneja - 20/11/2009

Hora do Ângelus - 20/11/2009

Charge do Dia - 20/11/2009

Tarde com Fé - 20/11/2009

Exemplos de Família - 20/11/2009



A mulher perfeita



Conta-se que um mestre indiano chamado Nasrudin conversava com um amigo, que lhe fez a seguinte pergunta: E então, mestre, nunca pensaste em casamento? Já pensei, respondeu Nasrudin. Em minha juventude, resolvi conhecer a mulher perfeita. Atravessei o deserto, cheguei a Damasco e conheci uma mulher espiritualizada e linda; mas ela não sabia nada das coisas do mundo. Continuei a viagem e fui à cidade de Isfahan. Lá encontrei uma mulher que conhecia o reino da matéria e do espírito, mas não era bonita. Então, resolvi ir até o Cairo, onde jantei na casa de uma moça bonita, religiosa e conhecedora da realidade material. Intrigado, o amigo indagou: E por que não casaste com ela? Ah! Meu companheiro! suspirou Nasrudin. Infelizmente ela também procurava um homem perfeito. O ensinamento do sábio indiano aplica-se perfeitamente aos dias de hoje. É comum ouvirmos as exigências das pessoas, no que diz respeito à amizade, ao namoro e casamento. Os jovens e as jovens trazem em suas mentes sonhadoras a idealização de como deverá ser aquele, ou aquela, que conquistará seu coração. Ingenuamente, procuramos a perfeição no outro, já que não podemos encontrá-la em nós mesmos. Não há mal, de forma alguma, em ser exigente na escolha de nossas amizades ou de um futuro esposo ou esposa. Isto é saudável, desde que não cheguemos ao exagero, é claro. O problema está em sempre querer que o outro seja especial, que tenha diversas virtudes, esquecendo de que ele, ou ela, também tem suas exigências, suas idealizações. Assim, poderíamos questionar: Será que eu tenho estas características, estas virtudes que procuro no outro? Será que ele não tem uma lista de exigências como a minha? Eu preencho os meus próprios requisitos? Exemplificando: você sonha com alguém que seja companheiro, que seja sincero, e em quem possa confiar. Agora, você já parou para analisar se você está disposto a ser assim para com o outro? Se a virtude da sinceridade está em seu coração, ou se você é digno de inspirar confiança? Vejamos como a racionalidade nos ajuda a entender melhor as coisas da vida. Ela nos ensina a perceber que antes de exigir qualquer virtude dos outros, é preciso verificar se nós a temos. Assim, é importante o esforço para se melhorar, para agradar os outros, buscando a perfeição em nós primeiramente. Ainda estamos longe da sublimidade, é certo, mas é preciso caminhar rumo a ela todos os dias. * * * É belo sonhar. É necessário almejar a felicidade. Mas, enquanto procuramos por ela apenas no quintal vizinho, continuaremos a viver decepções e frustrações em nossos dias. Vamos habituar nossa mente a pensar em como poderemos fazer felizes aqueles que estão à nossa volta, ao invés de apenas exigir atitudes e sentimentos dos outros. É belo sonhar. É necessário almejar a felicidade. Mas atentemos sempre para o fato de que, para eu ser feliz em meu lar, eu preciso levar a felicidade ao quintal de alguém.

A Família na Cozinha - 20/11/2009


UM SONHO DE CHOCOLATE


Ingredientes


- 300 ml de creme de leite fresco

- 450 g de chocolate meio amargo picado

- 60 g de manteiga

- raspas de 2 laranjas

- 1 colher (sobremesa) de manteiga

- 2 peras cortadas em cubinhos e regadas com suco de 1limão

- 3 colheres (sopa) de açúcar

- 4 sonhos de padaria grandes dividido em 8 pedaços

- 20 ml de rum misturado com 50 ml de guaraná

- 200 g de chantilly

- raspas de laranja a gosto


Modo de Preparo


1- Numa panela em banho-maria aqueça 300 ml de creme de leite
fresco. Junte 450 g de chocolate meio amargo picado e 60 g de
manteiga até derreter. Acrescente raspas de 2 laranjas e
reserve.

2º- Numa frigideira em fogo médio derreta 1 colher (sobremesa) de
manteiga, 2 peras cortadas em cubinhos e regadas com suco de 1
limão e 3 colheres (sopa) de açúcar e leve ao fogo médio até
começar a caramelizar. Reserve.

3- Com uma faca corte 4 sonhos grandes em 6 a 8 partes (depende
do tamanho do sonho) e arrume-os em aros ou em taças e regue cada
aro (ou taça) com um pouco de 20 ml de rum misturado com 50 ml de
guaraná. Distribua as peras (reservadas acima) sobre os sonhos
umedecidos, despeje o creme de chocolate e leve para geladeira
por +/- 1 hora.

4- Retire da geladeira os aros (ou taças) e cubra com 200g de
chantilly, polvilhe raspas de laranja a gosto. Sirva
imediatamente com calda de chocolate

depois de muito tempo.....