terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Pássaros Crescidos - 01/12/2009

Pássaros crescidos
Um dia, nos escapam das mãos... Volta pro ovo! - queremos dizer - como na canção. Mas o ovo se faz pequeno para a vibração de um pássaro novo. O ninho já não basta como extensão de si mesmo; não mais reflete suas necessidades primárias. O pássaro quer voar. O pássaro precisa voar. Houve o tempo em que nos víamos agigantados nos olhos desses pequeninos seres voláteis, heróis domésticos que éramos, mas de tal forma reconhecidos que nos convencíamos de nossos dons extraordinários. De fato, somos fabulosos na arte de gerar, nutrir, desenvolver, ensinar, conduzir, proteger e tudo mais que sabemos fazer sem que ninguém nos ensinasse, até vê-los como estão, crescidos e atrevidos. Foram-se as penugens que alisamos, o bico esfomeado, o novelo de plumas que se escondia em nossas asas. Tudo que vemos agora são penas arrepiadas e rebeldes, difíceis de alisar. E o suave trinado que já se fez cheio de notas, agora vem nos ferir os ouvidos com a estridência de uma nota só. O fato é que um dia eles crescem, abrem, sem avisar, as asas delicadas e no tempo de um espirro nos deparamos com a envergadura do filhote. O gesto se antecipa e anuncia a extensão do salto. Volta pro ovo!! - queremos dizer - mas não nos ouvem, envolvidos que estão no intenso farfalhar das asas debutantes. Então olhamos para nós, pássaros de penas ralas, e nos empenhamos em lembrar as palavras mágicas, na esperança de recuperar poderes há muito aposentados. Desprovidos dos antigos recursos, nada nos resta fazer senão admirar o vôo desses calouros emplumados, pintainhos que fizemos crescer com nossos mimos, e a quem demos asas para que brincassem à nossa volta. Mas eis que se definem no estilo e na performance: que lindos volteios, que rasantes, que belos planadores se revelam! E como sobem com determinação, para depois mergulhar vertiginosamente no espaço e logo conter o ímpeto, com precisão, antes de tocar o chão num pouso de mestre. Estão a nos estufar o orgulho. De fato, não há como querer contê-los, aliás, já se foram, em revoada, silfos barulhentos que ensinamos a voar, para que um dia pulassem do ninho e, corajosamente, voassem.
Durante o mês de Dezembro - Receitas de Natal

1/2 pacote de arroz cozinhado
1 xícara de ervilhas
1 xícara de azeitona verde picada
3 tomates picados
1/2 xícara de chá de uva-passas
1 ovo
4 colheres de sopa de queijo parmesão ralado
2 colheres de sopa de manteiga
Cozinhe o arroz de forma tradicional.
Refogue os tomates, as azeitonas e a ervilha e a uva-passa em duas colheres de sopa de manteiga por aproximadamente 5 minutos.
Misture o arroz já cozinhado com o ovo.
Em um refratário coloque uma camada de arroz e uma camada do refogado (ervilhas, azeitonas, tomates e uva-passa).
Faça duas camadas polvilhe com o queijo parmesão e leve ao forno médio pré-aquecido por 10 minutos ou até dourar o parmesão.
Depois e só servir e bom apetite
Hoje é dia do Imigrante - 01/12/2009
Imigrante é a pessoa que entra em um país estranho e nele constrói a sua vida, em razão de não ter encontrado em seu país de origem soluções para seus problemas socioeconômicos, ou por espírito de aventura, guerras, razões políticas, ou mesmo para poder estudar etc. No Brasil, a imigração se tornou muito intensa. Teve início quando o governo percebeu, depois da Independência, que era preciso garantir as fronteiras, visto ser o país muito extenso. Os portugueses vieram como imigrantes para o Brasil em 1853 e se fixaram em São Paulo, sobretudo nas fazendas de café, mas se espalharam também pelo interior do país, estabelecendo padarias, mercearias, serralherias etc. Italianos, alemães, russos, poloneses e ucranianos, entre outros povos europeus, dirigiram-se para o Sul, povoando as serras e os vales dos rios. A leva de italianos - mais de um milhão - chegou entre 1884 e 1903. A maioria deles assentou em São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. Um número pequeno foi para o Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. Os alemães chegaram em 1924 e fundaram colônias no Rio Grande do Sul, no Paraná e em Santa Catarina. Neste estado, fundaram Joinville, Blumenau e Brusque. Os japoneses chegaram ao Brasil em 1908, em razão de problemas socioeconômicos. Foram para o interior de São Paulo, para trabalhar nas fazendas de café, mas também se dirigiram para as zonas agrícolas de outros estados brasileiros. Os que ficaram nas cidades, como São Paulo, estabeleceram-se como pequenos comerciantes. Os imigrantes difundiram a pequena propriedade, a policultura, o trabalho familiar, o cultivo da uva e a mentalidade empresarial. Exerceram influência não só na nossa língua, na arquitetura, nos usos e costumes, como também contribuíram na formação do povo brasileiro, em virtude da miscigenação. A imigração sempre aconteceu e continuará acontecendo em todo o mundo, sobretudo depois da globalização, pois todos podem se comunicar, via internet ou satélite, com pessoas das mais diversas culturas. Embora o Dia do Imigrante tenha sido instituído no estado de São Paulo pelo decreto no 30.128, de 14/11/1957, assinado por Jânio Quadros, os imigrantes costumam ser lembrados também no dia 25 de junho, que encerra a semana das festividades da colônia japonesa, iniciada em 18 de junho, Dia Nacional da Imigração Japonesa.
Alegria e gratidão a Deus vêm juntas - Evangelho do dia 01/12/2009
Lc 10,21-24

Santo Elói ou Elígio
Bispo, escultor, modelista, marceneiro e ourives, Elói ou Elígio foi um artista e religioso completo. Nasceu na cidade de Chaptelat, perto de Limoges, em 588, na França. Seus pais, de origem franco-italiana, eram modestos camponeses cristãos com princípios rígidos de honestidade e lealdade, transmitidos com eficiência ao filho. Com sabedoria e muito sacrifício, fizeram questão que ele estudasse, pois sua única herança seria uma profissão. Assim foi que, na juventude, Elói ingressou na escola de ourives de Limoges, a mais conceituada da Europa da época e respeitada ainda hoje. Ao se formar mestre da profissão, já era afamado pela competência, integridade e honestidade. Tinha alma de monge e de artista, fugia dos gastos com jogos e diversões. tudo dispendia com os pobres. Levava uma vida austera e de oração meditativa, ganhando o apelido de "o Monge". Conta-se que sua fama chegou à Corte e aos ouvidos do rei Clotário II, em Paris. Ele decidiu contratar Elói para fazer um trono de ouro e lhe deu a quantidade do metal que julgava ser suficiente. Mas, com aquela quantidade, Elói fez dois tronos e entregou ambos ao rei. Admirado com a honestidade do artista, ele o convidou para ser guardião e administrador do tesouro real. Assim, foi residir na Corte, em Paris. Elói assumiu o cargo e também o de mestre dos ourives do rei. E assim se manteve mesmo depois da morte do soberano. Quando o herdeiro real assumiu o trono, como Dagoberto II, quis manter Elói na corte como seu colaborador, pois lhe tinha grande estima. Logo o nomeou um de seus conselheiros e embaixador, devido à confiança em suas virtudes. Elói também realizou obras de arte importantes, como o túmulo de são Martinho de Tours, o mausoléu de são Dionísio em Paris, o cálice de Cheles e outros trabalhos artísticos de cunho religioso. Além disso, e acima de tudo, Elói era um homem religioso, não lhe faltou inspiração para grandes obras beneméritas e na arte de dedicar-se ao próximo, em especial aos pobres e abandonados. O dinheiro que recebia pelos trabalhos na Corte, usava-o todo para resgatar prisioneiros de guerra, fundar e reconstruir mosteiros masculinos e femininos, igrejas e para contribuir com outras tantas obras para o bem estar espiritual e material dos mais necessitados. Em 639, o rei Dagoberto II morreu. Elói, então, ingressou para a vida religiosa. Dois anos depois, era consagrado bispo de Noyon, na região de Flandres. Foi uma existência totalmente empenhada na campanha da evangelização e reevangelização, no norte da França, Holanda e Alemanha, onde se tornou um dos principais protagonistas e se revelou um grande e zeloso pastor a serviço da Igreja de Cristo. Durante os últimos dezenove anos de sua vida, Elói evitou o luxo e viveu na pobreza e na piedade. Foi um incansável exemplo de humildade, caridade e mortificação. A região de sua diocese estava entregue ao paganismo e à idolatria. Com as pregações de Elói e suas visitas a todas as paróquias, o povo foi se convertendo até que, um dia, todos estavam batizados. Morreu no dia 1o de dezembro de 660, na Holanda, durante uma missão evangelizadora. A história da sua vida e santidade se espalhou rapidamente por toda a França, Itália, Holanda e Alemanha, graças ao seu amigo bispo Aldoeno que escreveu sua biografia. A Igreja o canonizou e autorizou o seu culto, um dos mais antigos da cristandade. A festa de santo Elói ou Elígio, padroeiro dos joalheiros e ourives, ocorre na data de sua morte. Entretanto ele é celebrado também como padroeiro dos cuteleiros, ferreiros, ferramenteiros, celeiros, comerciantes de cavalos, carreteiros, cocheiros, garagistas e metalúrgicos
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Mais um desafio do Rotarrots ! 1) Futucar o nariz 2) Dar aquela ajeitada na calça 3) Roer as unhas 4) Conferir se está c...
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SOBREMESA DE GOIABADA QUENTE Ingredientes - 500 g de goiabada derretida - 1 lata de creme de leite - 8 colheres (sopa) de leite condensado -...